Bilhetes para partida deste sábado custam R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada)
Após se despedir da Série A do Campeonato Brasileiro de 2014 no Mané Garrincha, o Botafogo volta a jogar em Brasília neste sábado (23/5), às 16h30, desta vez, pela terceira rodada da Série B. Os ingressos para a partida contra o Atlético-GO, mandante do jogo, estão à venda pela internet e em pontos físicos da cidade.
Inicialmente, apenas as arquibancadas inferiores estão disponibilizadas. As entradas custam R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada ou 1 kg de alimento). Os torcedores que optarem por comprar os bilhetes pelo site www.meubilhete.com deverão fazer a troca do voucher na Loja Oficial Botafogo a partir de quarta-feira - das 9h às 19h e sábado até 12h - ou na bilheteria do estádio no dia do jogo, a partir das 9h.
Com três pontos, o Atlético-GO enfrenta o Botafogo após somar uma vitória sobre o Boa Esporte-MG e uma derrota para o Ceará. Já o Botafogo começou a Série B embalado, e ainda não perdeu. O último triunfo, sobre o CRB-AL por 4 x 1, deixou o alvinegro na segunda colocação do torneio, empatado com o líder Sampaio Correia em número de pontos.
Bill comemora gol da vitória do Botafogo sobre o CRB, pela Série B
Serviço Atlético-GO x Botafogo Série B do Campeonato Brasileiro - 3º Rodada Quando: sábado (23/5), às 16h30 Onde: Estádio Mané Garrincha Ingressos: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada ou 1 kg de alimento)
Pontos de venda Lojas Setemares (Alameda Shopping, Conjunto Nacional, Boulevard Shopping, Taguatinga Shopping, JK Shopping) Loja Oficial do Botafogo (308 Sul) Loja Grandes Torcidas (308 Sul) Loja Torcedor Futebol Clube (CLSW 304 Bloco C Loja 26 Sudoeste) Ou na internet, pelo site site www.meubilhete.com.
Entre os problemas, estão a falta de água quente nos vestiários e as goteiras na cobertura
Más condições do gramado do Mané causaram queda de jogadores, segundo Levir Culpi
Dois anos depois da reinauguração do Mané Garrincha, os primeiros problemas estruturais reapareceram. Desde então, o estádio recebeu 55 jogos. Mas os piores defeitos daquela primeira semana voltaram à tona nos últimos confrontos: falta de água quente nos vestiários, goteiras na cobertura e gramado em más condições. O último a reclamar da arena de R$ 1,4 bilhão — valor informado pelo GDF no ano passado — foi o comandante do Atlético-MG, Levir Culpi.
As queixas do técnico foram feitas no SporTV, na noite de segunda-feira. “É um absurdo um estádio que custou o que custou e que foi de Copa do Mundo não ter água quente para os jogadores”, reclamou, emendando críticas ao gramado. O Galo jogou no Mané no domingo e goleou o Fluminense por 4 x 1. A reportagem do Correio ainda encontrou banheiros sem papel higiênico e bebedouros sem água, além de elevadores e escadas desativados.
O problema no aquecimento da água estava corrigido desde 2013, mas voltou a incomodar. Naquele ano, na partida de reabertura do Mané, Neymar e colegas tiveram de tomar banho gelado logo depois do empate em 0 x 0 entre Santos e Flamengo. Os técnicos Jorginho, Muricy Ramalho e Paulo Autuori reclamaram da falta de água quente nos primeiros jogos do estádio.
Em entrevista ao Correio, o secretário de Turismo do DF, Jaime Recena, reconheceu a falha nos boilers (aquecedores elétricos de acumulação) no jogo de domingo. “Temos de fazer uma avaliação técnica no local e identificar a causa”, disse o secretário, sem estimar prazo para correção do defeito. Sobre o desligamento de escadas e elevadores, ele ressaltou que há uma licitação prevista para a segunda-feira, na qual espera-se a definição da empresa responsável pela manutenção da área. O custo mensal da arena está em R$ 600 mil, segundo Recena.
Desnível
Também alvo de críticas constantes de técnicos e jogadores, o gramado do Mané Garrincha está praticamente abandonado. O piso verde não passa por reparos desde dezembro de 2014, quando acabou o contrato entre GDF e a Greenleaf, empresa que cuidava do setor. Desde então, houve apenas “cuidados paliativos”, como irrigação e corte.
O reparo completo ficará para depois de Atlético-GO x Botafogo, marcado para sábado no Mané. A próxima empresa destinada à manutenção do gramado começará os trabalhos somente após a assinatura do contrato, prevista para a semana que vem. “Depois do jogo, o estádio estará fechado por 20 dias”, promete o secretário. Apesar disso, o São Paulo negocia para jogar aqui contra o Santos, em 3 de junho.
Nas três partidas realizadas no local em 2015, outros defeitos se repetiram. No jogo de ida da final do Candangão, Gama x Brasília, em 25 de abril, quem ocupou parte da arquibancada inferior atrás do banco de reservas sofreu com as goteiras na cobertura — houve até quem usasse capa de chuva. Na partida de volta, em 2 de maio, integrantes de uma organizada do alviverde fecharam um dos setores do anel inferior, controlando a passagem de torcedores comuns. No lado de fora, apenas uma bilheteria móvel vendia ingressos, o que gerou longas filas e atraso na entrada de torcedores.
Recena afirma desconhecer o problema de goteiras. A ocupação indevida de torcedores nas arquibancadas e a bilheteria única, o secretário atribui ao organizador de cada jogo.
Com a intenção de se credenciar para as competições a nível nacional, além de fortalecer o próprio futebol do Distrito Federal, o Brasília Futebol Clube tratou de trazer José Carlos Brunoro para gerir o clube. O trabalho de um dos mais renomados gestores esportivos do país será a elaboração de um diagnóstico do trabalho desenvolvido na agremiação, além de planejar os próximos 10 anos da equipe candanga.
Para o novo proprietário e presidente do Brasília, Luís Felipe Belmonte, o gestor tem a experiência necessária para os objetivos do clube. “O projeto de gestão de qualidade do Brasília Futebol Clube é essencial para que o time inicie um círculo virtuoso de ações visando o acesso às outras séries do Campeonato Brasileiro e o Brunoro é essencial nesse processo”, avaliou.
Para Brunoro, o Brasília é um clube empresa e, por isso, ‘pensa’ diferente dos outros times do Distrito Federal e do restante do país. “Temos na cidade uma arena de Copa do Mundo e ela não pode ser usada somente quando vem times de fora. Deve ser utilizada pelos clube daqui. O que falta é um trabalho coletivo, um time, para dar mais visibilidade o e Brasília é esse time porque tem um potencial incrível”, disse Brunoro.
O gestor esportivo foi o responsável pela ascensão do Palmeiras-SP nos anos 1990. Ele foi convidado pela Parmalat, patrocinadora do clube paulista à época, para implementar o novo conceito esportivo do time. Naqueles anos a equipe alviverde conquistou diversos títulos. Brunoro assume o cargo na próxima quarta-feira (13). Haverá um evento de apresentação, em local e horário a ser definido.
Clube-empresa desde os anos 1990, o Brasília Futebol Clube, do Distrito Federal, foi comprado há dois meses por um grupo de empresários dos Emirados Árabes que tem escritório no Brasil. Os novos investidores elegeram como representante o advogado Luis Felipe Belmonte, que administrará 96% das ações. Como viaja com muita frequência para a Europa, o acionista majoritário contratou um executivo para gerir o clube em sua ausência: José Carlos Brunoro.
Renomado pela parceria vitoriosa entre Palmeiras e Parmalat nos anos 90, Brunoro não trabalhava diretamente em um clube desde o fim de 2014, quando deixou a direção do próprio Verdão. Agora, ele assumirá como executivo do Brasília precisando montar um elenco que tem possibilidade de jogar só duas vezes no segundo semestre desta temporada - isso porque o clube não tem mais calendário nacional em 2015, mas está classificado para a Sul-Americana em razão do título da Copa Verde de 2014.
– Já está tudo acertado, mas só vou poder falar disso na quarta-feira – disse Brunoro, que já será apresentado nesta quarta, no Distrito Federal.
O elenco que terminou o Estadual contava com 33 jogadores, mas cinco já rescindiram por novos projetos nos últimos dias. No fim de maio, grande parte do elenco fica livre de contrato, e aí começa a ação de Brunoro. O novo diretor precisará convencer pelo menos metade dos 28 restantes a renovar contrato pelo menos por três meses, até o fim de agosto – quando deve ser a fase nacional da Copa Sul-Americana.
Além disso, caberá a Brunoro reforçar o elenco em suas posições carentes após o fim deste mês.
A empresa sediada em Dubai escolheu o Brasília pelo relacionamento com os antigos donos e por se tratar de um clube já firmado como empresa e considerado barato mesmo com a boa vitrine da Sul-Americana. Apesar disso, o investimento em 2015 será discreto em função da falta de calendário. O grupo colocará no Brasília só alguns jogadores agenciados por ele, mas sem clube. Já em 2016, segundo o projeto exibido a Brunoro, a ideia é montar um time para ser campeão distrital, da Copa Verde e se firmar na Série D do Brasileiro.
Brasília, DF, 22 (AFI) - O futebol do Distrito Federal vive momentos de mudanças. O Brasiliense não conseguiu se classificar para as finais do Candangão e entrou em férias forçadas, juntamente com Luziânia, ambos que foram eliminados nas semifinais do campeonato. O Gama continua em alta, e foi campeão Candango, depois de quatro anos sem ir às finais e 12 anos sem levantar o título candango.
Brunoro pode ser dirigente do Brasília
Porém, um novo caminho está sendo trilhado pelo Brasília, pois o novo dono do time candango, o advogado Luiz Felipe Belmonte, adquiriu 95% do Colorado do DF cabendo 4% para o ex-dono do time, advogado Luiz Carlos Alcoforado e 1% a Roberto Marques que foi presidente do clube candango.
O empresário e ex-técnico de vôlei, José Carlos Brunoro, está na capital do Brasil discutindo uma parceria com o Brasília. O novo presidente do Brasília mantém conversas, ainda, com a Victrix Sports Entertainment. A empresa comandada pela brasileira Daisy Brandino tem escritórios em São Paulo, em Goiânia, em Zurique, na Suíça, e em Dubai, no Catar.
O colorado do DF está assegurado na Copa Sul Americana deste ano, na Copa do Brasil e Copa Verde do ano que vem. Ainda conforme comentado pelo presidente da Federação Brasiliense de Futebol, Josafá Dantas, em entrevista à TV Fibra de Brasília, a entidade candanga está em negociações com a CBF para que mais uma vaga na Série D do Brasileiro seja concedida ao Distrito Federal. Com isto, além do Gama o Brasília que foi o vice-campeão candango deste ano, estaria disputando a quarta divisão nacional deste ano sendo mais um representante do Distrito Federal.
O novo homem forte do Brasília, Luiz Felipe Belmonte, trabalha para a montagem de um time que possa bem representar o Distrito Federal na Copa Sul Americana, após amargar a derrota para o Gama. O Brasília será o primeiro representante candango em competições sul americanas.
Presidente tricolor, Peter Siemsen, revela ao Super Esportes que está próximo de mandar partida contra o Timão em Brasília. Bilhetes para Atlético x Flu começam a ser vendidos hoje
Palco de apenas dois jogos oficiais em 2015 – as finais do Candangão entre Gama e Brasília –, o Mané Garrincha começará a tirar o atraso no próximo dia 17. Como antecipou o Super Esportes em 28 de março, o Atlético-MG receberá o Fluminense na segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O local da partida ainda não está na tabela da CBF, mas os ingressos serão vendidos a partir de hoje (veja programe-se). O tricolor carioca será visitante contra o Galo, mas negocia para ser mandante na semana seguinte, em 24 de maio, contra o Corinthians, na terceira partida do clube na Série A.
O presidente Peter Siemsen comunicou ao Consórcio Maracanã o desejo do Fluminense de mandar algumas partidas fora do Rio de Janeiro. Uma delas é o duelo com o Timão, no Mané Garrincha. Em entrevista por telefone ao Correio, o dirigente mostrou otimismo. “Ainda não podemos confirmar, mas está caminhando”, contou o mandatário, sem revelar com quem negocia a venda do mando de jogo. Questionado se pretende trazer ao DF outras partidas do time na Série A, Peter Siemsen foi cauteloso. “No momento, não”.
Se confirmar a partida no Mané Garrincha, o Fluminense jogará pela terceira vez no estádio desde a inauguração da nova arena. No ano passado, perdeu para o Botafogo por 2 x 0 no primeiro turno do Campeonato Brasileiro. No segundo, como mandante, empatou por 1 x 1 com o Bahia diante de um público fraquíssimo de 9.476 pagantes na véspera do primeiro turno das eleições. A diretoria aposta na presença da torcida tricolor em Brasília e no interesse da Fiel em acompanhar o Corinthians in loco no Mané.
Além de Atlético-MG x Fluminense (confirmado) e de Fluminense x Corinthians (em negociação), o Mané Garrincha pode abrir as portas para o São Paulo. Na última segunda-feira, o presidente Carlos Miguel Aidar afirmou que negocia com o Governo do Distrito Federal. “Existem propostas boas, bem boas, mesmo. Havia uma para o jogo do dia 10, agora, contra o Flamengo. Atraente. Mas entendi que a gente deveria prestigiar o torcedor no Morumbi. Estou fechando três jogos ao longo do Brasileiro para jogar em Brasilia. Estou fechando uma parceria, obviamente que depende do momento. Se o time prosseguir na Libertadores, vale a pena porque a renda líquida é importante. É uma equação difícil de equilibrar. Recebemos três propostas firmes, positivas”, disse Aidar.
Programe-se
Atlético-MG x Fluminense
Quando: 17/5, domingo
Onde: Mané Garrincha
Horário: 16h
Preços Inicialmente, apenas as arquibancadas inferiores serão disponibilizadas. As entradas custam R$ 160,00 (inteira) e 80,00 (meia-entrada e sócios Galo na Veia Prata).
Onde comprar É possível comprar as entradas pelainternet e em pontos físicos da cidade, nas lojas Setemares (Conjunto Nacional, Conic, Boulevard Shopping, JK Shopping e Taguatinga Centro).
>>Unidades Conic e Taguatinga Centro: - De segunda a sexta-feira, das 8h30 às 19h - Aos sábados, das 9h às 17h
>>Unidades Conjunto Nacional, Boulevard Shopping e JK Shopping: - De segunda a sábado, das 10h às 22h - Aos domingos, das 14h às 18h
Gama vence com gol nos acréscimos e é campeão Brasiliense
uma vitória simples sobre o Brasília, o Gama se sagrou neste sábado campeão do Campeonato Brasiliense . Visitando o adversário no Estádio Mané Garrincha, a equipe verde venceu por 1 a 0 com gol de Grampola nos acréscimos, garantindo sua 11ª taça estadual após atuar quase toda a decisão com um jogador a menos, por causa da expulsão de Dudu.
Foto: Adalberto Marques / Agif/Gazeta Press
Gama comemora 11º título Estadual da sua história
O Gama entrou tranquilo para a partida, por ter vencido o jogo de ida por 3 a 0, mas teve que segurar o resultado em uma final nervosa, que terminou com três expulsos.
O Brasília bateu na trave pelo terceiro ano seguido, sendo vice em todos eles, e segue sem conquistar o torneio desde 1987.